RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA DA BRF CRESCE 14,4% E ATINGE R$ 8,3 BILHÕES NO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015

EBITDA avançou 34,8% e chegou a R$ 1,52 bilhão; margem bruta subiu para 31,4%, comparado com 29,6% registrado no mesmo período do ano passado

São Paulo, 29 de outubro de 2015 - A Receita Operacional Líquida da BRF subiu 14,4% e chegou a R$ 8,3 bilhões no terceiro trimestre de 2015. O EBITDA, por sua vez, acompanhou a alta e registrou R$ 1,52 bilhão, número 34,8% maior na comparação com o mesmo período do ano passado. O Retorno sobre o Capital Investido (ROIC, sigla em inglês) também apresentou resultados positivos, atingindo 13,9%, contra 9,1% no terceiro trimestre do ano passado.

"A expansão internacional da BRF, intensificada no último trimestre, impulsionou os resultados da companhia, mantendo um ritmo de crescimento robusto e sustentável", comemora Pedro Faria, CEO Global da companhia. O cenário favoreceu a queda da dívida líquida da empresa no período, que ficou em 1,24 vez, ante 1,40 vez no 3T14. O lucro líquido da BRF cresceu 53% e atingiu o montante de R$ 877 milhões no período. A margem EBITDA também subiu para 18,4%, em comparação a 15,6% no 3T14.

No Brasil, a Receita Operacional Líquida (ROL) alcançou a marca de R$ 3,954 bilhões, número 3,8% maior na comparação a igual período de 2014. O resultado foi favorecido pelo aumento de 7,8% na receita com produtos processados e de 8% em aves in natura. "Acreditamos que o contexto econômico desafiador exige iniciativas eficientes. Estamos confiantes em nossa estratégia para estabelecer uma estrutura comercial mais robusta, focada regionalmente e com melhor execução, juntamente com o fortalecimento da liderança da BRF através do reposicionamento de nossas principais marcas", observa Faria.

Mais uma vez, o desempenho do mercado internacional merece destaque, sobretudo no Oriente Médio e na África. A ROL da região alcançou a marca de R$ 1,9 bilhão, número 26,2% maior em relação a 2014. Os volumes registraram redução, mas o cenário foi favorecido pelo aumento nos preços médios em reais de 34,8%, na comparação com o ano anterior. A margem EBIT do Oriente Médio e Africa (MEA) chegou a 19,4%, resultado principalmente das mudanças estruturais adotadas na região.

Ainda no mercado externo, importante destacar que o caixa robusto da empresa permitiu a continuidade do projeto de expansão em mercados emergentes. Em outubro, o acordo firmado com a Qatar National Import and Export Co (QNIE), permitiu a aquisição do negócio de distribuição de congelados da QNIE num valor total de US$ 140 milhões. No mesmo mês, a Companhia adquiriu da Molinos Río de la Plata as seguintes marcas na categoria de salsicha, hambúrguer de carne e margarina, todas presentes no mercado argentino de varejo: Vieníssima, GoodMark, Manty, Delícia, Hamond, Tres Cruces e Wilson. O valor da transação foi de aproximadamente US$ 43,5 milhões.

Em setembro, a Companhia comunicou ao mercado que integra pela quarta vez consecutiva o Dow Jones Sustainability Index - Emerging Markets ("DJSI"), índice que avalia o desempenho de sustentabilidade das empresas nos âmbitos econômico, ambiental e social. Além disso, as três principais agências de classificação de risco internacional (Moody‘s, Standard & Poor’s e Fitch) elevaram o rating corporativo da BRF este ano, posicionando-a acima da nota de crédito soberano.

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